terça-feira, 27 de novembro de 2012
2013 - 50 Anos da Paróquia São José
Estamos nos preparando para comemorar juntos os 50 anos de existência da nossa Paróquia São José de Guapiara. E uma programação intensa durante o ano todo já está sendo elaborada. Dando início já no natal de 2012. Aguardem as novidades e participem conosco...
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Históricos do Município e da Paróquia


Conhecendo melhor o Município e a Paróquia.
Guapiara é um município do estado de São Paulo,
no Brasil. Localiza-se a uma latitude 24º11'06" sul e a uma longitude 48º31'58" oeste,
estando a uma altitude de 1030 metros. Sua população estimada em 2004 era de 20.467
habitantes. Possui uma área de 407,619 km².
Segundo a Lei Estadual 7 664, de 30 de dezembro de 1991, as divisas do
município são: Começa na Serra de Paranapiacaba, onde esta entronca com o
espigão que deixa, à esquerda, as águas do rio São José do Guapiara, e, à
direita, as do rio das Almas; segue por este espigão até alcançar a cabeceira
sudoriental do ribeirão do Alegre, onde tiveram início estas divisas. Seu clima
e quente no verão e muito frio no inverno com frequencia geada e até mesmo a ocorrência de neve como ocorrido em 1975.
Fonte: Wikipédia
O Início
Os
primitivos moradores que povoaram Guapiara (palavra indígena tupi-guarani) que
significa “ouro na serra”, por volta de 1700, efetuavam suas transações
comerciais e aquisição de gêneros alimentícios no “Arraial Velho” que se
localizava nas terras antes pertencentes ao Banco do Estado de São Paulo
(Banespa) atual Parque Estadual Intervales nas imediações das cabeceiras dos
rios das Almas e Paranapanema. Posteriormente o “Arraial” foi transferido para
a “Freguesia Velha”, cujas imediações, no bairro do Sumidouro onde se
instalavam as indústrias de cimento de Itabira.
Neste
tempo já se encontravam por estas paragens os jesuítas que extraíam ouro no Rio
Guapiara, rio das Almas, rio Paranapanema e no rio São José. Os rios
mencionados, especialmente o rio São José, tiveram os seus cursos de águas
desviados por canais construídos de pedra, ainda existentes, sendo que nessa
época ainda não havia o cimento por aqui. Dentre os padres jesuítas, presume-se
que havia um engenheiro ou pelo menos ter conhecimento de engenharia, sendo que
existe o Ribeirão do Padre Doutor que nasce no Bairro dos Santanas, e é
afluente do rio São José, nas imediações de Guapiara. O ouro era obtido pelos
jesuítas por sistema empírico, com bateias feitas de madeira, em forma de
bacias afuniladas no fundo, onde ficava depositado o ouro. No local onde existe
a antiga Usina Elétrica, foi também faiscado muito ouro, tendo sido aproveitado
para sua construção, o canal ali existente e aberto pelos jesuítas.
Com o advento da Lei Imperial que autorizava os registros de posse aos
ocupantes de terra devoluta, em 1854, Frei Ponciano de Montaldo, Vigário
Capuchinho Encomendado, iniciou a exposição dos Registros Paroquiais, quando
Antonio Inácio da Cruz, obteve as terras do “sítio São José” que foram herdadas
por seu filho, Vicente Romualdo da Cruz, ali construiu uma pista destinada às
corridas de cavalos e registrou suas posses em Vivencia de Macedo (São José
acima), Francisco Antonio de Oliveira São Acima e Quatis), atualmente bairros:
dos Macedos e Capuava de Limeira. Inácio Francisco Barbosa (Sítio dos Lameus),
Inácia Maria de Lima (Sitio da Cachoeira), Modesto Antonio da Rocha (Sitio dos
Buenos), Joaquim Silvério da Costa (Sítio dos Pinheiros, José Ricardo de
Nazareth (Sítio dos Ribeiros), José Eustáquio Veira (Sítio dos Vieiras) e
Joaquim Manoel de Lima (Sítio Padre Doutor).
Vicente
Romualdo da Cruz e sua esposa, resolveram – em face do desenvolvimento da
Freguesia e tendo em consideração a necessidade de alargar o patrimônio do Padroeiro
de São José, para que particulares não fossem chamando para si os
terrenos contíguos do lugar da povoação - doar uma porção de suas terras via
escritura pública lavrada a 2 de março de 1.881, em Capão Bonito. No ano de
1.901, o Major Felício João da Silva, João Paulo, José Paulo do Amaral,
pleiteavam elevar a Freguesia à categoria de Distrito de Paz. Conseguiram-no em
20 de outubro de 1.902, com a lei n.º 848, quando a Freguesia passou a
denominar-se São José.
A lei nº 975 de 20 de dezembro de 1905, reduziu o nome para Guapiara. Foi elevado a categoria de município pela Lei nº 233, de 24 de dezembro de 1948.
A lei nº 975 de 20 de dezembro de 1905, reduziu o nome para Guapiara. Foi elevado a categoria de município pela Lei nº 233, de 24 de dezembro de 1948.
A partir de então começava-se a vislumbrar a chegada de um novo município e paralelamente uma nova paróquia.
O tempo passou o município progrediu e a paróquia também, atualmente a Paróquia São José é uma das maiores da Diocese de Itapeva, composta por 47 comunidades rurais e urbanas.
Fonte: Livro "Ouro na Serra" e site da Prefeitura Municipal.
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| Prefeito Flavio de Lima Eleito em 2004 Reeleito em 2008 |
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| João Egídio Mendonça Teixeira Presidente da Câmara |
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| Pe. Pedro Martins Vieira |
Perfil do Pároco
Padre Pedro Martins Vieira - Nascido em Itapeva em 19 de maio de 1965.
Pároco da Paróquia São José de Guapiara há 7 anos.
Dentre os inúmeros trabalhos realizados destacam-se as grandes reformas e construções de capelas e salões comunitários.
A Paróquia São José de Guapiara é formada por 47
comunidades rurais e urbanas.
Bairros (Capelas) da Zona Rural:
Água Fria, Araçaeiro, Cachoeira I, Cachoeira II,
Caetanos, Capuava da Limeira, Claudinos, Gomes, Lavras, Limas, Macedo de Baixo,
Macedo de Cima, Pinhal, Pinheiros do Amaral, Pocinho de Baixo, Santaninha,
Tigres, Alecrim, Alegre de Baixo, Areia Branca, Capela do Alto, Capinzal,
Cravo da Capela, Fazendinha, Motas, Pianos, Pica Pau, Pinheiros dos Cravos,
Pocinho de Cima, Alegre de Cima, Capuavada, Empossados, Gracianada, Minercal,
Monjolada, Paes e Santana. Há bairros como Buenos que encontram-se em formação de
comunidade religiosa.
Bairros (Capelas) da Zona Urbana:
Matriz, Jardim Canuto, Santa Luzia, Santo Antonio, São
Cristóvão e Vila Ribeiros.
Em breve estaremos postando o histórico da cada
comunidade com seu respectivo padroeiro (a).
Construção do Santuário Diocesano de Nossa Senhora D'Ajuda
Homem devoto, convocou seus parentes e erigiu uma pequena capela (Capelinha Santa Cruz) construída de pau a pique e barro em 16/03/1800 quando a região era composta de matas virgens e quase despovoada.
A imagem foi atraindo devotos e ao redor da capelinha, foi construído um pequeno cemitério no Bairro dos Vieiras (atual Capela do Alto). A capelinha não existe mais e a matriz que a substituiu e construída em mutirão, sinaliza o centro urbano. Até os dias atuais, Nossa Senhora D’Ajuda é a protetora dos agricultores e sua imagem visitada por numerosos fiéis e a Romaria de Nossa Senhora acontece desde então no segundo fim-de-semana do mês de julho.
Fonte: Dados da Comunidade
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| Morro do Cruzeiro em dia de romaria |
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| Multidão a pé na Romaria do mês de Julho |
A partir de 2010, devido ao grande número de romeiros que aumenta ano a ano, uma nova ideia passou a tomar conta não só dos paroquianos, mas de toda a Diocese de Itapeva. A possibilidade de transformar a Capela de Nossa Senhora D'Ajuda num Santuário Diocesano. Motivado pelo Pároco Pe. Pedro Martins Vieira e apoiada pelo nosso Bispo Diocesano D. José Moreira de Mello, já estamos trabalhando incansavelmente para desenvolver este projeto. Um projeto que demanda um enorme esforço de
todos e que depois de concluído, será um dos maiores centros religiosos da
região, recebendo devotos de todos os lugares do estado e até do país, tendo em
vista o respeito e a adoração desta Santa que já ultrapassa 200 anos de
história.
Muitas
melhorias já estão sendo feitas, como por exemplo, a colocação das 15 Estações
da Via Sacra em azulejos no percurso Pinheiros do Amaral - Capela do Alto. São
avançou ocorridos, graças à generosidade de famílias católicas que não medem
esforços para colaborar com a nossa Igreja.
No
entanto, para continuarmos esta obra magnífica, rumo a construção do nosso
Santuário, precisamos da ajuda de todos.
Vale lembrar que, além da tradicional romaria a
pé ou a cavalo que acontece anualmente no mês de julho, saindo da matriz São
José de Guapiara até o Bairro Capela do Alto (15 km). Ocorre também a romaria
de Ribeirão Grande que beira os 30 anos de existência. A intenção da paróquia é
intensificar ou expandir estas romarias para outros municípios da região.
E tem Festa no final do ano em prol a Construção do Santuário, confira o Cartaz abaixo:
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