terça-feira, 6 de novembro de 2012

Históricos do Município e da Paróquia





Conhecendo melhor o Município e a Paróquia.
Guapiara é um município do estado de São Paulo, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 24º11'06" sul e a uma longitude 48º31'58" oeste, estando a uma altitude de 1030 metros. Sua população estimada em 2004 era de 20.467 habitantes. Possui uma área de 407,619 km².      
Segundo a Lei Estadual 7 664, de 30 de dezembro de 1991, as divisas do município são: Começa na Serra de Paranapiacaba, onde esta entronca com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do rio São José do Guapiara, e, à direita, as do rio das Almas; segue por este espigão até alcançar a cabeceira sudoriental do ribeirão do Alegre, onde tiveram início estas divisas. Seu clima e quente no verão e muito frio no inverno com frequencia geada e até mesmo a ocorrência de neve como ocorrido em 1975.                                                                   
Fonte: Wikipédia         
O Início
Os primitivos moradores que povoaram Guapiara (palavra indígena tupi-guarani) que significa “ouro na serra”, por volta de 1700, efetuavam suas transações comerciais e aquisição de gêneros alimentícios no “Arraial Velho” que se localizava nas terras antes pertencentes ao Banco do Estado de São Paulo (Banespa) atual Parque Estadual Intervales nas imediações das cabeceiras dos rios das Almas e Paranapanema. Posteriormente o “Arraial” foi transferido para a “Freguesia Velha”, cujas imediações, no bairro do Sumidouro onde se instalavam as indústrias de cimento de Itabira.
     Neste tempo já se encontravam por estas paragens os jesuítas que extraíam ouro no Rio Guapiara, rio das Almas, rio Paranapanema e no rio São José. Os rios mencionados, especialmente o rio São José, tiveram os seus cursos de águas desviados por canais construídos de pedra, ainda existentes, sendo que nessa época ainda não havia o cimento por aqui. Dentre os padres jesuítas, presume-se que havia um engenheiro ou pelo menos ter conhecimento de engenharia, sendo que existe o Ribeirão do Padre Doutor que nasce no Bairro dos Santanas, e é afluente do rio São José, nas imediações de Guapiara. O ouro era obtido pelos jesuítas por sistema empírico, com bateias feitas de madeira, em forma de bacias afuniladas no fundo, onde ficava depositado o ouro. No local onde existe a antiga Usina Elétrica, foi também faiscado muito ouro, tendo sido aproveitado para sua construção, o canal ali existente e aberto pelos jesuítas.

     Com o advento da Lei Imperial que autorizava os registros de posse aos ocupantes de terra devoluta, em 1854, Frei Ponciano de Montaldo, Vigário Capuchinho Encomendado, iniciou a exposição dos Registros Paroquiais, quando Antonio Inácio da Cruz, obteve as terras do “sítio São José” que foram herdadas por seu filho, Vicente Romualdo da Cruz, ali construiu uma pista destinada às corridas de cavalos e registrou suas posses em Vivencia de Macedo (São José acima), Francisco Antonio de Oliveira São Acima e Quatis), atualmente bairros: dos Macedos e Capuava de Limeira. Inácio Francisco Barbosa (Sítio dos Lameus), Inácia Maria de Lima (Sitio da Cachoeira), Modesto Antonio da Rocha (Sitio dos Buenos), Joaquim Silvério da Costa (Sítio dos Pinheiros, José Ricardo de Nazareth (Sítio dos Ribeiros), José Eustáquio Veira (Sítio dos Vieiras) e Joaquim Manoel de Lima (Sítio Padre Doutor).


     Às margens desta pista, Lourenço Albino de Macedo abriu uma pequena e rústica casa de comércio e outros seguiram-lhe os passos e formando-se logo, um aglomerado humano. Erigiu-se uma Capela em homenagem a São José. A pequena povoação foi elevada à categoria de Freguesia, mercê do seu desenvolvimento, recebendo a denominação de São José do Paranapanema.

     Vicente Romualdo da Cruz e sua esposa, resolveram – em face do desenvolvimento da Freguesia e tendo em consideração a necessidade de alargar o patrimônio do Padroeiro de São José, para que particulares não fossem chamando para si os terrenos contíguos do lugar da povoação - doar uma porção de suas terras via escritura pública lavrada a 2 de março de 1.881, em Capão Bonito. No ano de 1.901, o Major Felício João da Silva, João Paulo, José Paulo do Amaral, pleiteavam elevar a Freguesia à categoria de Distrito de Paz. Conseguiram-no em 20 de outubro de 1.902, com a lei n.º 848, quando a Freguesia passou a denominar-se São José. 
      A lei nº 975 de 20 de dezembro de 1905, reduziu o nome para Guapiara. Foi elevado a categoria de município pela Lei nº 233, de 24 de dezembro de 1948.

     A partir de então começava-se a vislumbrar a chegada de um novo município e paralelamente uma nova paróquia. 
     O tempo passou o município progrediu e a paróquia também, atualmente a Paróquia São José é uma das maiores da Diocese de Itapeva, composta por 47 comunidades rurais e urbanas.  
Fonte: Livro "Ouro na Serra" e site da Prefeitura Municipal.
Prefeito Flavio de Lima
Eleito em 2004
Reeleito em 2008

João Egídio Mendonça Teixeira
Presidente da Câmara


Pe. Pedro Martins Vieira
Perfil do Pároco

Padre Pedro Martins Vieira - Nascido em Itapeva em 19 de maio de 1965.
Pároco da Paróquia São José de Guapiara há 7 anos.
Dentre os inúmeros trabalhos realizados destacam-se as grandes reformas e construções de capelas e salões comunitários.


A Paróquia São José de Guapiara é formada por 47 comunidades rurais e urbanas.

Bairros (Capelas) da Zona Rural:
Água Fria, Araçaeiro, Cachoeira I, Cachoeira II, Caetanos, Capuava da Limeira, Claudinos, Gomes, Lavras, Limas, Macedo de Baixo, Macedo de Cima, Pinhal, Pinheiros do Amaral, Pocinho de Baixo, Santaninha, Tigres, Alecrim, Alegre de Baixo,  Areia Branca, Capela do Alto, Capinzal, Cravo da Capela, Fazendinha, Motas, Pianos, Pica Pau, Pinheiros dos Cravos, Pocinho de Cima, Alegre de Cima, Capuavada, Empossados, Gracianada, Minercal, Monjolada, Paes e Santana. Há bairros como Buenos que encontram-se em formação de comunidade religiosa.
Bairros (Capelas) da Zona Urbana:
Matriz, Jardim Canuto, Santa Luzia, Santo Antonio, São Cristóvão e Vila Ribeiros.
Em breve estaremos postando o histórico da cada comunidade com seu respectivo padroeiro (a).



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